Introdução ao Gnucash: sistema de controle financeiro: como ele se compara aos concorrentes
Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000
O Gnucash é o aplicativo de código aberto na área de controle de finanças. Ele pode tanto controlar finanças domésticas quanto de pequenas empresas, pois utiliza o sistema de dupla entrada contábil, um padrão acadêmico.
Pessoalmente, utilizo o Gnucash por considerá-lo superior tecnicamente e mais fácil de utilizar que os seus principais concorrentes, o Microsoft Money e o Quicken.
Gnucash vs. Microsoft Money
No Gnucash, pode-se controlar despesas como se fossem contas-correntes, apenas com o detalhe de que que elas são contas de débitos e as correntes são de crédito, mas isto não é um problema pois ao gerar relatórios o Gnucash reconhece automaticamente os tipos de contas, possibilitando relatórios de: receitas, despesas (em formato de pizza, ou numérico), investimentos (incluindo quanto e qual percentual foi o lucro). O Money, porém não possui contas de despesas, apenas categorias (como se fossem tags). Além disso o Money mais parece um browser da Internet do que um gerenciador financeiro, com uma janela html que acessa notícias, constantes propagandas de compre isso e compre aquilo (até parece ironia num programa que teoricamente deveria te ajudar a controlar os gastos), e tem dois botões: avançar e voltar, como se fosse na verdade um browser da web. Quem o usa tem a impressão de que está viajando pelas finanças pessoais e não as controlando. Com o problema adicional que suporta investimentos e impostos que só existem nos Estados Unidos, como as contas 401(k), etc e não existe, desde 1998, uma versão brasileira deste programa. No Gnucash, pelo menos, pode-se escolher utilizar o Real (ao invés do Dólar) como moeda padrão.
Gnucash vs Quicken
O Quicken se revelou um programa instável, sujeito a constantes travamentos. Assim como o Money, não possui contas de despesas, apenas categorias (não é possível debitar de uma despesa, apenas creditar nela). Porém uma funcionalidade presente no Quicken e não presente no Gnucash pode ser notada: a possibilidade de dividir (split) uma compra em diversas categorias, coisa que só é possível no Gnucash entrando com diversas compras separadas, cada uma numa conta de despesa diferente. Assim como o Money, também, não existe versão brasileira deste software, e deve-se escolher como moeda padrão o Real (ao invés do Dólar) no começo do arquivo, pois uma vez criado um arquivo no padrão Dólar (ele nem pergunta qual a moeda que deseja se trabalhar, é necessário alterar uma configuração do arquivo no menu File), não é mais possível modificar; todas as transações que foram entradas estarão na moeda dólar e será impossível alterá-las.
Vantagens adicionais
O Gnucash, além de ser customizável para qualquer país e qualquer moeda (inclusive o Euro) pode ser utilizado tando no Windows, quanto no Linux, FreeBSD, MacOS X etc.
Enfim, é um software infinitamente mais abrangente que seus rivais, a dupla Money & Quicken.
Utilização
A utilização do Gnucash é mais um de seus pontos fortes: qualquer um que seja capaz de preencher um cheque e a orelhinha do porta-cheques (com data, valor e nome do favorecido) é capaz de utilizar o Gnucash para controlar suas finanças pessoais, gerar relatórios, acompanhar a rentabilidade dos investimentos, valor dos ativos, das dívidas, de quanto juro pagou ou recebeu, enfim controlar as finanças
Utilizando o Gnucash para controlar fundos de investimento
Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000
Para controlar fundos de investimentos teremos que primeiramente criar uma nova moeda que represente a cota do fundo. Para tal selecione tatata->tatata. Criada a cota, usaremos o editor de cotações para atualizar o seu valor manualmente (o Gnucash 2.2 tem a possibilidade de baixar automaticamente as cotações da internet, mas infelizmente não de fundos de investimentos de bancos brasileiros)
Para fazer a aplicação podemos usar uma conta transitória de conversão de moeda, e movimentar os valores passando primeiro por esta conta. Pra quê? Ora, para pode controlar as quantias de cotas que vão para pagamento de imposto de renda nos resgates futuros.
É possível, caso se tenha acesso a cotações num site da internet, consultar o saldo atual do fundo de investimento sem precisar abrir o home bancking ou retirar extrato num ATM. Basta atualizar os valores no Editor de Cotações, uma vez por semana ou por mês, o que preferir, e acompanhar a evolução da rentabilidade de seu investimento através do Menu Relatórios-> e escolher uma das diversas opções de análise de investimentos que o Gnucash te oferece, tudo para auxiliar na hora de tomar decisões que maximizem a lucratividade.
Uma ressalva porém na versão Windows Vista: a versão 2.2.1, mais recente (com melhorias cosméticas) trava no Windows Vista, e é necessário fazer um downgrade para a versão 2.2.0, que utiliza uma widget mais antiga, porém sem perder a funcionalidade. No site http://sf.net dá pra escolher qual versão baixar.
Advantages of aptitude over yum
Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000
Recently being forced to install Red Hat-derived distros (YDL and Fedora), on a Playstation 3 system in order to be able to install the SDK (no success trying to install IBM Cell BE SDK version 3.0 on Debian, both stable and testing), I had to deal also with the yum package manager, which got to be a little obstacle after all.
1. Confirmation
When installing a software that requires other dependencies, both managers ask before. The difference here is being that the default answer to yum is "No", so you have to insert "y" before pressing enter, while with aptitude, just the bare enter defaults to "Yes".
2. Searching
You can not search for packages while another instance of yum is running. aptitude warns you that it can't lock the administration directory, but at least do the search for you.
yum:
aptitude:
pavilion6230:~# aptitude search compiz
E: Não foi possível obter trava /var/lib/dpkg/lock - open (11 Recurso temporari
amente indisponível)
E: Unable to lock the administration directory (/var/lib/dpkg/), is another process using it?
p compiz - OpenGL window and compositing manager
p compiz-core - OpenGL window and compositing manager
....
Other advantage is that "aptitude search" shows one result per line, while "yum search" shows each entry in various lines, forcing you to scroll back to see all the results in 90% of the cases.
Thu, 01 Jan 1970 00:00:00 +0000
Fonte: http://www.linuxquestions.org/questions/linux-software-2/no-vboxdrv-609558/
Bom, muitos drivers que não estão na tree principal do kernel obviamente estarão ausentes na próxima recompilação do kernel, por exemplo, alguns drivers binários de placas de vídeo, etc. e o vboxdrv que o Virtualbox precisa para poder funcionar. Para recompilar este módulo, basta rodar /etc/init.d/vboxdrv setup
Mas, este script tem um bug, acontece que ele procura um outro script numa localização que não existe. Teremos que consertar isto também. Eis um "log" do processo: # /etc/init.d/vboxdrv setup
Stopping VirtualBox kernel module: vboxdrv.
Recompiling VirtualBox kernel module: vboxdrv
* Look at /var/log/vbox-install.log to find out what went wrong
# less /var/log/vbox-install.log
[aparece um erro, dizendo não ter localizado um arquivo]
# cd /usr/share/virtualbox/src/build_in_tmp:
bash: cd: /usr/share/virtualbox/src/build_in_tmp:: Arquivo ou diretório não encontrado
# cd /usr/share/virtualbox/src/
bash: cd: /usr/share/virtualbox/src/: Arquivo ou diretório não encontrado
# locate build_in_tmp
/usr/src/modules/virtualbox-ose/build_in_tmp
# ls /usr/share/virtualbox/
nls sdk VBoxAddIF.sh VBox.png VBox.sh
# ln -s /usr/src/modules/virtualbox-ose/ /usr/share/virtualbox/src
# /etc/init.d/vboxdrv setup
Stopping VirtualBox kernel module: vboxdrv.
Recompiling VirtualBox kernel module: vboxdrv.
Starting VirtualBox kernel module: vboxdrv.
# lsmod |grep vboxdrv
vboxdrv 39808 0
#
Ainda preciso rodar uma máquina virtual do Windows XP para rodar o Google Earth ( que pasmen simplesmente detonou com o servidor X deixando todos os arquivos abertos sem salvar:-( - usando vídeo onboard da VIA, driver "openchrome" )
Compilando kernel 2.6.20 para plataforma i386 em em uma máquina AMD64
Sun, 07 Jan 2007 02:41:06 +0000
Instalei o Ubuntu 6.10 num notebook com processador VIA C3, e quis diminuir (ainda mais) o barulho produzido pelo cooler. Porém para isso preciso dos módulos i2c-viapro, i2c-isa e it87, conforme o comando sensors-detect me informou.
Mas no kernel que vem no Ubuntu, não tem estes módulos. Instalei o pacote linux-source-2.6.17, descompactei numa pasta qualquer e fui configurar. Não encontrei os módulos necessários. Então baixei o kernel 2.6.20-rc3 da pasta pool do archive.ubuntu.com. Configurei o kernel com os drivers necessários para sensores, mais uns módulos para regulagem da velocidade do processador, suporte a placa de vídeo, som e rede onboard, enfim tudo pronto para dar um make-kpkg kernel_image. Como o processador é lento, o processo de compilação é demorado. Portanto resolvi compilá-lo numa Workstation (sim, posso chamar de workstation pelo poder de processamento) Athlon64 3500+, com Debian unstable versão amd64 instalada.
copiei via rede os arquivos .tar.bz2 do kernel 2.6.20 do repositório oficial Ubuntu e .config da configuração feita previamente, e qual não foi a surpresa quando o make-kpkg se recusou a compilar o kernel para a plataforma i386:
dpkg-architecture: warning: Specified GNU system type i486-linux-gnu does not match gcc system type x86_64-linux-gnu.
e nada feito. Então resolvi usar uma jaula chroot que roda em 32 bit, com chroot /var/chroot/sid-ia32.
E não é que também deu erro? Então no make menuconfig, apareciam apenas processadores 64 bit na opção Processor type and features -> Processor family. Mas isto é impossível! Afinal, estou dentro de uma jaula de 32 bits, e o sistema deve saber que deve gerar executáveis 32 bits! Então descobri a raiz do problema: dentro do Makefile, para setar a variável SUBARCH, era pego a saída do comando uname -m, que mesmo dentro da jaula 32 bits, indicava estar rodando numa plataforma x86_64. Então foi fácil: bastou adicionar
SUBARCH := i386
na linha seguinte, hehe. Mas será que vai funcionar? não vai dar kernel panic: unable to mount root filesystem como nas tentativas anteriores? Neste eu já tinha perdido mais tempo do que se tivesse esperado a compilação do kernel terminal no meu bom e velho notebook com processador VIA C3 de 1Ghz. Mas tenho que progredir, e o fim desta história, somente no próximo post.
Resolução
Mon, 08 Jan 2007 14:45:53 +0000
Bom, o kernel foi compilado com sucesso, na verdade o problema não era com compatibilidade 32bit <-> 64 bits, mas sim o fato de ter sido escolhido a opção Include IDE/ATA-2 DISK support como módulo ao invés de compilado dentro do kernel, pois desta forma sem este driver o kernel sequer conseguiu acessar o disco rígido para carregar o sistema operacional.
Porém, valeu a experiência: para trapacear o uname -m, não precisa editar o Makefile, basta adicionar as opções no comando, desta forma:
make menuconfig SUBARCH=i386 ARCH=i386
Desta forma aparece o suporte ao VIA C3 ao invés do x86_64 na configuração, e depois para montar o pacote do kernel pelo comando make-kpg (apt-get install kernel-package), tem mais uma opção:
make-kpkg --arch i386 kernel_image
Aproveitando o maior poder de processamento da arquitetura AMD64 (incluídos processador Athlon64 3500+, 512Kb de cache, barramento Hypertransport de 1Ghz).
Estou usando este kernel, e utilizo os módulos
para ler sensores de temperatura: it87 i2c-isa i2c-viapro i2c-core
... sensor da bateria: battery
... modificar o clock da CPU, se preciso: longhaul
Dizem que o brilho das telas LCD dos notebooks atinge meia-vida (perde 50%) depois de 18 meses, o meu chegou no vigésimo, hummm, algum interessado em comprar esta belezinha?
CNH
Sat, 13 Jan 2007 12:38:40 +0000
Dando seguimento aos procedimentos de obtenção da CNH, após ter "passado raspando" no psicotécnico e ter feito o exame médico (análise do eletroencefalograma, exame óptico, exames de sangue e urina, exame de reflexos, etc.) fui na aula, que escolhi ser à noite.
Já foram três aulas (quarta, quinta e sexta) e tem mais umas quatro (segunda, terça, quarta e quinta). Tem maioria feminina na sala de aula (nos psicotécnico/médico, fui eu e 3 mulheres). Resumindo, foi isso o que aprendi nas aulas que teve até agora:
Para obter carteira de motorista, são quatro etapas: exame psicotécnico, médico, aulas teóricas e posterior exame, aulas práticas e posterior exame. Psicotécnico e médico (a rigor, seria primeiro médico, depois psicotécnico, porém no Detran de São José/SC é tudo invertido, até a ordem dos testes, vocês acreditam que a legislação sobre placas mudou em dezembro de 2006, e os exames teóricos continuam se baseando na metodologia antiga?). As aulas, no Centro de Formação de Condutores, exames todos no Detran (ou perto).
Índice de aprovação no exame teórico: 95%. Índice de aprovação no exame prático: de 50% a 60% (prováveis causas: esquece de ligar a sinaleira ao fazer curva, esquece de olhar pros dois lados antes de dobrar uma curva, faz a baliza mais longe do que 50cm da calçada, deixa apenas uma mão no volante ao invés de duas, coloca o braço na janela, entre outras)
O tempo limite para passar nos exames, contados da data de inscrição no centro e assinatura do contrato, é de um, ano, isto é, dá pra ser reprovado no exame psicotécnico, e depois fazer um outro para ser aprovado! (o professor acha isto um absurdo), o exame médico é difícil reprovar, só reprova quem quer, e os exames teóricos e práticos, dá pra repetir até o limite de um ano, pra todas as repetições de exames, tem que pagar uma taxa , via DARE.
daí, começou a ser ensinado algumas matérias que caem no exame teórico, como:
tipos de vias (locais, estradas, arteriais, coletoras, de trânsito rápido). Todas se classificam como rurais ou urbanas, ainda. Estradas são rurais, isto é, de terra, locais são becos, servidões, propriedades particulares, etc., arteriais são as chamadas avenidas com passagens de pedestres, e as de trânsito rápido, sem passagem de pedestres. Coletoras são aquelas ruas mais estreitas onde ficam as casas (entre outras edificações)
tipos de placas: regulamentação (vermelho e branco), advertência (amarelo e preto), indicativa (azul e branco). No teste, que se basea 50% em placas, cai as placas de regulamentação, de advertência, e das placas de indicação, só cai a categoria de placas indicativas de serviços auxiliares. Na sala tem os banners com todas as placas que caem no exame e algumas da nova legislação que não caem!
tipos de carteira: A (motos de 2 ou 3 rodas, não importando quantas cilindradas ou peso tem), B (veículos de até 3.500 kg e até 8 passageiros) C (veículos caminhões, com mais de 3.500 kg, e todos da categoria B) D (veículos com mais de 8 passageiros, e todos da categoria C) E (veículos com carreta/trailer pesando mais de 6.000 kg e todos da categoria D). Foi explicado formas de se obter cada um dos tipos de carteira. Mas como AB é mais que suficiente pra mim, vou deixar de lado este assunto.
no fim de cada aula, tem um "examinho" com 40 ítens. O da segunda aula, que foi o mais fácil até aqui, acertei 39 questões. O da terceira, foi um pouco mais macetoso, e acertei apenas 31 questões.
No mais é isso. Depois do exame teórico, que vai ser só no início de fevereiro devido ao Detran ter feito umas "férias coletivas" (entre aspas por que foi ponto facultativo) no fim-de-ano atrasou todos os exames, vem as aulas práticas! É aí que vou sair da esfera do Need For Speed pra entrar no mundo real! Mas desta vez praticando as regras de direção defensiva, pois se passar no teste prático ficarei com permissão para dirigir por um ano e não terei de cometer nenhuma infração do tipo grave ou gravíssima nem duas do tipo média, pra não perder a permissão para dirigir (PPD) e ter de pagar a auto-escola outra vez!
Vamu lá
Fim das (aulas) teóricas
Sun, 21 Jan 2007 02:31:05 +0000
Bom, como prometido, o curso teórico ministrado, teve fim na quinta-feira, dia 18. Nestas segunda, terça e quarta feiras, foram cobertos alguns detalhes a mais, que caem na prova:
direção defensiva: planejar a rota, reduzir a velocidade, sinalizar e seguir em frente.
primeiros socorros: (teve um vídeo que foi exibido na quarta-feira, com atuações do corpo de bombeiros, do qual o professor faz parte, em alguns acidentes rodoviários graves, alguns com vítimas fatais)
Estatísticas de acidentes do trânsito: como o governo faz para maquiá-las. Por exemplo, o índice de mortos no trânsito, apenas contabiliza os mortos na estrada, e não aqueles com parada cardíaca, respiratória, ferimentos graves, que morrem mais tarde no hospital. Qual o interesse do governo em maquiar tais estatísticas? Simples. Alguns programas de apoio a países do terceiro mundo levam em conta as estatísticas do trânsito para calcular quanto $$$ liberar para cada país.
primeiros socorros: por quê cordão de isolamento? Ora, alguns acidentados possuem hemorragias graves,e se encontram em estado inconsciente, com batimentos cardíacos, portanto, baixos. Se vem um bando de curiosos perto e começam a tecer comentários sobre a vítima ou emitir qualquer mumúrio alto demais, acordam o acidentado que fica assustado e com os batimentos cardíacos elevados, piorando o estado da hemorragia e agravando o risco de morte.
Esta foi a aula mais interessante (primeiros socorros). Nos testes de fim-de-aula, cada um com 40 questões, consegui tirar as seguintes notas: segunda: 8,75; terça: 9,25; quarta: 9,75; prova-final de quinta-feira: 8,75.
Agora, aguardar até o dia 25 pra ligar pra Josi e marcar o exame teórico.
Hoje, portões fechados
Tue, 30 Jan 2007 01:08:28 +0000
Em 2006, um pouco antes do natal, ainda tinha aula do curso de geometria diferencial. Tinha apresentação de trabalhos em forma de seminário. Faltei na aula de quarta, onde teve um seminário de um aluno do curso de Física se não me engano. Nesta sexta-feira foi o Leonardo (MTM) e Bruno (FSC) apresentando o teorema dos quatro vértices.
No livro do Manfredo do Carmo de 2006, chamado de "Manfredão", numa das seções finais sobre curvas, este seria o teorema mais fácil, e o mais difícil, o de Cauchy-Crofton, que ninguém tinha se disposto a apresentar até então.
Perguntei pro professor, Eliézer, se teria aulas nas férias e ele me respondeu, "Claro que sim!", mas não sei o que me deu depois do natal, até esta semana, que eu não compareci na universidade nem sequer para verificar se realmente haveria aula. (talvez por um e-mail com dúvidas não respondido, ou pelo fato da universidade estar em recesso e praticamente deserta, ou talvez, mais provavelmente, por que nestas quartas e sextas feiras não consegui acordar cedo o suficiente para poder chegar a tempo lá.).
Pois bem, então nesta sexta resolvi tomar coragem e ir até o local usual de aulas, no centro de ciências físicas e matemáticas (CFM). Cheguei pelo norte: portão do corredor trancado com cadeado (nem tentei abrir). Contornei e fui ver a entrada que fica na frente da biblioteca setorial (eram 7:45 da manhã, a biblioteca costuma abrir às 7:30 e as aulas às 7:30 também, mas tinha sido combinado começar as aulas às 8:00): também estava fechada. Então tchau, e fim da adrenalina.
A BrasilTelecom está obrigando os usuários de ADSL que usam a UFSC como provedor a mudar para provedor pago (na realidade a UFSC que está sendo forçada a cobrar pelo acesso ADSL). Então fui no posto da Brasiltelecom para cancelar a ADSL e mudar pro plano Internet Toda Hora (horas ilimitadas na conexão discada pela metade do preço da ADSL mais lenta) porém eles não fazem estas coisas lá (então o que eles fazem? jogam paciência? e se acabar a energia elétrica? voltam à versão com cartas de verdade do jogo de paciência?). E a atendente me deu um número de telefone para ligar, pois isto só era feito pela central de atendimento.
Liguei pra lá. Depois de infinitas opções de menu, a atendente de telemarketing finalmente atendeu e falou que seu sistema estava inoperante, e que deveria me transferir pro menu principal novamente. Me transferiu, esperei, mas não funcionou. Liguei de novo. Teclei novamente, 2-2-2 e outra (Carol se não me engano) me falou que eles não fazem isto, etc, blah bah (deva ju?) e que eu deveria ligar pra outro número etc. Liguei pra este número e escutei a mensagem: "Telesc informa: este número não existe. Consulte a lista telefônica, ou ...". Que fiasco esta Brasiltelecom! Já fazem anos que na privatização eles compraram a Telesc e ainda aparecem mensagens de erro com o nome "Telesc".
Serve pra reflexão...
Fim do acesso ADSL para matriculados na UFSC
Tue, 30 Jan 2007 01:09:14 +0000
Há alguns dias atrás recebi e-mail da (pró-) reitoria da UFSC informando que devido a uma alteração no contrato dela com a Brasiltelecom, empresa pela qual acesso a internet via ADSL, a autenticação (atenção, autenticação!=acesso, por lei federal todo usuário da internet tem de a acessar através de uma combinação login/senha) que é oferecida gratuitamente aos matriculados na UFSC deveria passar a ser cobrada, também deste público.
A mensagem foi enviada a uma lista de e-mails de estudantes da referida instituição, da qual (pelo menos teoricamente) faço parte, dia 24, e hoje, dia 29, a lista começou a receber mensagens de quem não costuma enviar, os estudantes. Geralmente quem envia mensagens é a própria administração da UFSC, informando de eventos, oportunidades e coisas do tipo, porém esta foi a primeira vez que mandaram uma mensagem que mhumano: o bolso. Sim, o bolso. Por quê? Ora pois, os bicho da Brasiltelecom querem que nós paguemos mais uma taxa para acessar a internet de casa: a do provedor!!! Não basta a assinatura básica, em torno de 37 reais. Não basta um dos acessos ADSL mais lentos do mundo, de 250kbit, adicionando mais uns R$60,00. Agora tem que pagar também com os olhos da cara. o provedor! A faixa de preços varia de R$10 a R$20 por mês. É isto mesmo, não é anuidade, é pagamento mensal, que num ano pode chegar à bagatela de R$240,00. Realmente uma baita duma despesa, para qualquer bolso.
Mas daí, numa mensagem de um integrante da lista, veio uma dica: www.adslresidencial.com.br. Oferece autenticação por R$1,00 mensal mais R$2,60 anual (custo de emissão do boleto). Bom, pelo menos minimiza um pouco o rombo. Mas, o princípio ativo não muda, temos que pagar para sermos autenticados na internet, o que antes era de graça, agora passa a ser pago.
Mas não é que foi bom isto ter acontecido? Pois agora eu sei que quando não estiver mais matriculado na UFSC, poderei usar este serviço de autenticação que cobra R$1,00 por mês, e fugir dos outros monstros.
Abaixo segue a íntegra do e-mail que eu (e mais uns outros milhares de estudantes) recebeu no dia 24:
"Senhores
A Brasil Telecom, provedora do serviço Internet banda larga ADSL, que até a presente data vinha oferecendo o serviço de autenticação ADSL gratuitamente, estabeleceu um novo modelo de contrato na qual cada provedor de autenticação deverá pagar àquela Empresa uma mensalidade por usuário autenticado. Em função dessa mudança de contrato, a UFSC fica impossibilitada de continuar oferecendo o serviço de autenticação ADSL a partir de 01/02/2007.
Esclarecemos que os usuários que desejarem continuar utilizando o serviço ADSL da Brasil Telecom deverão contratar diretamente provedores que prestem esta modalidade de serviço.
PROAF - Pró-Reitoria de Orçamento Administração e Finanças.
MARIO KOBUS - Pró-Reitor"
Ou então, dá pra mudar pra Net, GVT, ou alguma provedora com conexão via rádio (em Imbituba tinha a SH Bants, R$65,00 por mês total, mas lenta, e ás vezes "apagava" nos tempos nublados, no bairro Ribanceira, que é praticamente zona rural, hehe)
Mas infelizmente pros professores a situação complica, perderão acesso doméstico a sites de divulgação científica cujo conteúdo tem acesso restrito a IP's da UFSC, entre outras instituições de pesquisa/ensino superior, terão que vir de mala e cuia acessar este conteúdo no próprio campus, alguns (os que têm) deixando de lado o "aconchego do lar".
O que caracteriza a atitude da Brasiltelecom como desumana.
Oba! Consegui vender o notebook
Wed, 31 Jan 2007 23:39:36 +0000
Hahahah
Aquela tranqueira que só faz 77 pontos no BYTE dhry2 benchmark (coluna INDEX da tabela; o meu desktop Athlon64 faz por volta de 550 rodando com binários x86_64 e se não me engano, 375 pontos com binários i386...) foi vendida.
Então não adianta mais me mandar emails sobre o anúncio que fiz no classificados da ufsc (só recebi dois emails, mas a oferta foi tiro e queda).
Os dados referentes a quem comprou e quanto pagou são sigilosos e não vou divulgar neste site, mas posso te dizer: fiquei aliviado de saber que o franzino ECS G320 que comprei em 2005 por ser o mais barato disponível, vai ser útil a alguém.
Este é o espírito do Kula, conforme Malinowski (1922), os bens de valor (mesmo que simbólico) não podem ficar nas mãos de uma mesma pessoa por muito tempo (muito tempo = mais que dois anos) .
Quanto ao acesso ADSL, não vou cancelar, liguei pro 0800 do BrTurbo, com intenções de cancelar o plano e consegui reduzir a mensalidade de R$59,95 para R$39,95 por doze meses, com cláusula de que se eu cancelar neste período, terei de pagar multa de R$120,00. Mas sei que este preço é definitivo; pois um colega de trabalho, amigo meu, tem um plano de 600kbits que adquiriu com preço promocional de R$49,95 e mesmo depois de ter expirado o prazo da promoção, continuou a mesma taxa, que é menor do que a taxa padrão (R$99,90).
Então, vamos continuando navegando na net, hoje é dia 31, último dia do mês, creio que a BrT não vai cortar a autenticação via provedor da UFSC, porém, de qualquer forma, posto amanhã (ou mais tardar num dos próximos dias) para informar como está a situação da internet aqui em casa (se autentica ou não, se precisarei pagar um provedor de autenticação ADSL - não os monstros UOL, Terra, e cia. que cobram a partir de 10, 15 reais - daqueles que cobram 1, 2 reais por mês). Mas tomara que não! Centavo economizado é centavo ganho, ainda mais com serviços de telefonia e internet.
Teoricamente a partir de amanhã as coisas deveriam parar de funcionar, mas...
Comentaristas: (se tiver algum) por favor escrevam quantos pontos conseguiram fazer no benchmark! A tabela constante no site não é atualizada há meses!
Dá pra usar o sed pra editar arquivos sem usar arquivos temporários
Sun, 04 Feb 2007 12:24:12 +0000
Esta dica vem do site de notícias Dicas-L, mas como foi algo novo e interessante, resolvi colocar aqui para memória posterior (do tipo ah? onde tinha a dica de como editar arquivos com o sed sem se incomodar com arquivos temporários? me esqueci! ah! mas escrevi sobre isto no meu blog! pois afinal de contas, um dia eu ainda iria precisar disto!)
Então o truque consiste em abrir uma sub-shell que irá abrir o arquivo em questão num processo separado, e esta sub-shell poderá escrever diretamente no arquivo original, pois os dados originais passarão pela memória da sub-shel, não sendo perdidos:
echo "$(sed 's/nao/sim/' teste.txt)" > teste.txt
No site original se destacou a importância de usar as aspas duplas na sub-shell se não a shell tira os espaços duplos e quebras de linha, substituindo-os por espaços simples. Neste caso (com aspas duplas) o arquivo teste.txt é editado fielmente, isto é, como se você abrisse o arquivo com o editor vim, aplicasse o comando de substituição dando o comando ":%s/nao/sim" e fechasse o arquivo com o comando ":wq". Em tese, com o sed dá pra fazer o mesmo trabalho em menos tempo. E atualmente, com as máquinas de vários megabytes ou até mesmo alguns gigabytes de memória RAM, não faz mal copiar o arquivo original para a memória através da sub-shell, para posterior gravação no disco rígido (o vim faria a mesma coisa, ou usaria o arquivo temporário .teste.txt.swp).
Observação: para fazer várias alterações com apenas um comando usar opções "-e" do sed antes de cada comando:
sed -e 's/<//g' -e 's/>//g' test2.html
A letra g depois de cada comando de substituição serve para aplicar a substituição em todas as ocorrências dentro de uma linha. Sem este modificador, apenas a primeira ocorrência de cada linha é modificada.
Então, para modificar o arquivo test2.html, com o comando sed anterior (e testar pra ver se a dica funciona) aplicamos:
Sat, 10 Feb 2007 16:12:55 +0000
Como era de se esperar, começou o dia primeiro de fevereiro e consegui conectar na internet, tanto que estou escrevendo neste blog.
Não modifiquei nenhuma configuração do roteador ADSL no quesito autenticação e tudo continuou normal. Pelo jeito eles resolveram voltar atrás, depois que alguns usuários de ADSL autenticados pela UFSC resolveram mandar e-mails pra pró-reitoria, lembraram também que houve uma jurisprudência parece que em Mato Grosso (ou Goiás?) em que as empresas provedoras perderam, e os consumidores ganharam.
BR-Linux + obm-l = fórmulas matemáticas no Wordpress.com
Mon, 19 Feb 2007 01:51:35 +0000
No site BR-Linux apareceu uma notícia de que o site wordpress.com (onde este blog está hospedado) tem suporte a $latex \LaTeX$! Então, vamos testar, usando uma soma postada na lista obm-l (da PUC):
blergh, tive que "deswrapear" as linhas separadas e colocá-las numa só, pois este comando $latex qualquer_coisa \$ só funciona em uma linha!
Mas isto tira-se de letra: basta usar o sed, ou interativamente, com as macros do editor Emacs.
wpize.py
Tue, 20 Feb 2007 16:03:28 +0000
#!/usr/bin/env python#versÃo: 0.1# -*- coding: iso-8859-1 -*-#from numpy import *#import pylab as pimportsysprintlen(sys.argv)
iflen(sys.argv)<2:
print"Erro: preciso de um argumento."raiseSyntaxErrorf=open(sys.argv[1],'r')
a=f.readlines()
n=len(a)
printnforiinrange(0,n-1):
ifnot (a[i].find('\\\\begin{document}')):
breakk=is=""print"parou na linha",iforiinrange(k+1,n-1):
a[i]=a[i].replace('\\n',' ')
a[i]=a[i].replace('$','')
printi,'->',a[i]
s=s+a[i]
s="$latex"+s+"$"s=s.replace(' $','$')
prints
wpize2-nonmath.py
Tue, 20 Feb 2007 16:25:56 +0000
#!/usr/bin/env python#versÃo: 0.1# -*- coding: iso-8859-1 -*-#from numpy import *#import pylab as pimportsysprintlen(sys.argv)
iflen(sys.argv)<2:
print"Erro: preciso de um argumento."raiseSyntaxErrorf=open(sys.argv[1],'r')
a=f.readlines()
n=len(a)
printns=" "foriinrange(0,n-1):
ifnot (a[i].find('\\\\begin{document}')):
breakk=iprint"parou na linha",iforiinrange(k+1,n-1):
a[i]=a[i].replace('\\n',' ')
printi,'->',a[i]
s=s+a[i]
s=s.replace(" $"," $latex ")
#s=s+"$"prints
implementação, exemplos, erros
Tue, 20 Feb 2007 17:10:38 +0000
Oops. Isto ainda não funciona 100%.
Melhorias e automatização do processo. Este o objetivo deste script. Basta criar uma fórmula matemática (ou qualquer texto) no aplicativo lyx, salvar e exportar para TeX (pdflatex), e rodar o wpize.py em cima do arquivo. A última linha vai mostrar uma string, que basta ser copiada e colada aqui para funcionar (claro, dá pra mexer nela para corrigir algumas falhas do lyx, para descobrir alguns códigos $latex \LaTeX$ para símbolos matemáticos veja esta página):
$latex \begin{tabular}{|c|c|c|c|c|} \hline a11& \dots& a1j& \dots& a1n\tabularnewline \hline \vdots& & \vdots& & \vdots\tabularnewline \hline ai1& \dots& aij& & \vdots\tabularnewline \hline \vdots& & & & \vdots\tabularnewline \hline am1& \dots& \dots& \dots& amn\tabularnewline \hline \end{tabular}$
Curiosamente não se consegue colocar pontos diagonais (\ddots=$latex \ddots$) nem subscritos (a_{ij}=$latex a_{ij}$) dentro de tabelas, usando o ambiente tabular, o comando falha e aparece algo como:
O script que faz esta comodidade virar realidade está disponível para download na seção de arquivos. Agora vai uma proposição qualquer para apreciar a beleza da mãe de todas as ciências (gerado por wpize2-nonmath.py propo1.tex):
Proposição 1. Se $latex f: U\rightarrow R$ é uma função diferenciável em um conjunto aberto $latex U$ de $latex R^{2}$, então o gráfico de $latex f$, isto é, o subconjunto de $latex R^{3}$dado por $latex (x,y,f(x,y))$para $latex (x,y)\in U$, é uma superfície regular.
Mais tarde, a resolução de um exercício em que se demonstra esta proposição.
Nota: o wpize.py é só pra fórmulas (não mais de dois $'s), o wpize2-nonmath.py é pra textos, que tenham fórmulas dentro de cifrões ($). O segundo é um fork do primeiro.
Modo de uso: abra o lyx, escreva os textos/fórmulas, salve, exporte para TeX (plain), abra um terminal e execute o script com o nome do arquivo .tex exportado como argumento (é o mesmo do .lyx, só que ao invés de .lyx a extensão é .tex). Na última linha vai aparecer o código pronto pra colar no Wordpress.
Demonstração - superfície regular a partir de função de duas variáveis
Wed, 28 Feb 2007 00:05:38 +0000
Primeiramente, deixaremos duas proposições e uma definição que auxiliará na demonstração:
Proposição 1. Se $latex f:U\rightarrow R$ é uma função diferenciável em um conjunto aberto $latex U$ de $latex R^{2}$, então o gráfico de $latex f$, isto é, o subconjunto de $latex R^{3}$dado por $latex (x,y,f(x,y))$para $latex (x,y)\in U$, é uma superfície regular $latex \Box$
$latex a\in f(U)$é um valor regular de $latex f:U\subset R^{3}\rightarrow R$ se se somente se $latex f_{x}$, $latex f_{y}$ e $latex f_{z}$, não se anulam simultaneamente em qualquer ponto de $latex f^{-1}(a)$(os pontos de $latex U$que na função $latex f$ valem $latex a$).
Proposição 2. Se $latex f:U\subset R^{3}\rightarrow R$ é uma função diferenciável e $latex a\in f(U)$é um valor regular de $latex f$, então $latex f^{-1}(a)$é uma superfície regular em $latex R^{3}$ $latex \Box$
Agora, a parte "prática":
Problema: Apresente uma demonstração para a Prop. 1, aplicando a Prop.2 a $latex h(x,y,z)=f(x,y)-z$.
Solução: Tome a função $latex h(x,y,z)=f(x,y)-z$ Como $latex f$ é diferenciável, $latex h$ também é. Temos: $latex h_{x}=f_{x}$, $latex h_{y}=f_{y}$, $latex h_{z}=-1$ Então $latex h_{x}$, $latex h_{y}$ e $latex h_{z}$ não se anulam simultaneamente em qualquer ponto de $latex f^{-1}(0)=\{(x,y,z)\in U/h(x,y,z)=f(x,y)-z=0\}=$ $latex =\{(x,y,z)\in U/f(x,y)=z\}$ Então, 0 é um valor regular de $latex h$. Logo pela prop. 2, $latex f^{-1}(0)=\{(x,y,f(x,y))/(x,y)\in U\}$ é uma superfície regular em $latex R^{3}$ $latex \Box$
Buffer Summary
Sun, 04 Mar 2007 17:18:24 +0000
Lendo o feed de RSS de oglobo.com dentro do GNUS
edição do arquivo ~/.newsrc.eld
Sun, 04 Mar 2007 17:51:24 +0000
eliminar um feed RSS, neste caso o lwn.
Lendo notícias RSS no Emacs/GNUS
Sun, 04 Mar 2007 17:52:16 +0000
Bom, primeiramente, é necessário obter o endereço do feed de RSS, então, dentro do buffer Group do GNUS (aquele em que aparecem os emails, grupos de Usenet e feeds RSS) pressiona-se a combinação de duas teclas G R, daí no buffer de baixo vai pedir o endereço do feed, aí é só colocar aquele endereço que foi obtido inicialmente (vai ser pedido um nome e descrição pro feed, basta pressionar enter para usar nome/descrição fornecidos pelo próprio feed em si).
Para ver quantas notícias novas (ainda não lidas) tem neste feed, pressiona-se o comando g, daí o GNUS baixa todas as notícias/emails novos de todas as fontes, e aparece a quantidade antes do nome do feed.
Para acessar o feed, basta mover o cursor até a linha do feed, e pressionar enter. Vai aparecer o buffer Summary com todas as mensagens não lidas, mais as mensagens que foram marcadas como importante (pelo comando u) destacadas. Aí é só utilizar os comandos usuais de leitura de mensagens, ou seja enter para ler artigo atual, espaço para baixar uma página ou ir pra próxima não-lida, p e n para ir para a não-lida anterior e posterior, respectivamente, e N e P para ir para a mensagem anterior e posterior, respectivamente, independente de ser lida ou não-lida.
Para eliminar um feed RSS (quando estiver cansado do conteúdo ou o conteúdo não mais interessar), como se faz? Dando um C-h m, para obter ajuda do modo Group do GNUS, o único comando relacionado a rss é o G R, para adicionar um feed, então um "dirty hack" é necessário numa ocasião como essa, pois afinal de contas, um feed indesejável adiciona mais demora na inicialização do GNUS, para baixar as novas notícias. Para tanto, será necessário editar o arquivo ~/.newsrc.eld, e dentro dele procurar e remover todos os dados entre parênteses que se encontram dentro da descrição do feed, por exemplo ("nnrss:<Descrição do feed>" 3 ((1 . 1521)) ((seen (852 . 885) (901 . 925) (941 . 951) (959 . 1003) (1019 . 1060) (1076 . 1113) (1129 . 1323) (1333 . 1521))) (nnrss "")), começando por ("nnrss: até (nnrss "")), que é o ponto em que termina a configuração deste feed. Reinicia-se o GNUS e o feed não será mais baixado nem será visualizado.
VARIÁVEL COMPLEXA - 90 h/a
EMENTA: Números complexos. Seqüências no plano complexo. A Esfera de Riemann. Funções de uma variável complexa. Condições de Cauchy-Riemann. Integração de funções complexas. Teorema de Cauchy. Fórmula integral de Cauchy. Séries de potências. Séries de Laurent. Cálculo de integrais com resíduos. Transformações conformes e suas aplicações. Continuação analítica. Introdução às superfícies de Riemann.
Tue, 13 Mar 2007 02:38:08 +0000
Nesta obra, publicada em MALINOWSKI, Bronislaw Kasper. Argonautas do Pacífico Ocidental: um relato do empreendimento e da aventura dos nativos nos arquipélagos da Nova Guiné melanésia. 2 ed. São Paulo: Abril Cultural, 1978, o autor, relata a sua estadia nestas ilhas povoadas por nativos, que ficam perto da Austrália, em três expedições: 1914-1915 (8 meses), 1915-1916 (1 ano) e 1917-1918 (1 ano). O grande tema do livro é o "Kula", que é o sistema primitivo de comércio empregado pelos nativos que navegam no mar em embarcações de fabricação própria.
Inicialmente, há uma descrição de como foi realizada a coleta de dados: através de observações próprias, informantes pagos (eu diria, subornados com fumo) e entrevista direta (ao longo do tempo o autor assimilou o idioma nativo).
No capítulo I, vimos como é a região, e os habitantes. O sistema é matrilinear, ou seja, "Descendência, herança e posição social seguem a linha feminina". Diferentes ilhas possuem indivíduos com características também diferentes; enquanto uma ilha tem agricultores, outra tem fabricantes de utensílios, existe até uma ilha de canibais, entre outras mais exóticas.
O capítulo II remete o leitor às Ilhas Trobriand, ilhas do norte (Boyowa faz parte delas), onde os homens se dedicam às lavouras e as mulheres são mais receptivas do que por exemplo nas ilhas Amphlett. Em geral, existe uma profunda crença na magia (pronunciamento de ditados mágicos secretos acompanhados de ritos) como causadora do bem e do mal, do casamento e da morte.
Então no capítulo III, é descrito o que e como é feito o Kula. É um grande sistema de expedições marítmas, feitas em círculos percorrendo todas as ilhas com tribos pertencentes ao sistema, e a cada visita, trocam-se presentes entre os homens que visitam e os habitantes da aldeia visitada. Mulheres não participam de expedições Kula. Os ítens considerados de valor, o que poderia ser comparado ao ouro e pedras preciosas do mundo civilizado são colares e braceletes, fabricados com corais por certos nativos. As transações são feitas sempre entre dois parceiros Kula, de duração vitalícia, e a regra é: se é dado um presente de alto valor, um (ou vários) presente de valor equivalente terá de ser dado de volta, não interessando se será no próximo minuto, na próxima hora ou no próximo ano.
Vemos no capítulo IV como é feito as canoas de navegação marítma, masawa. Basicamente é um trabalho comunitário; tem um líder que é o dono da canoa, Toliwaga, e os trabalhadores recebem no final do serviço, alimentos e presentes como pagamento. A fabricação, desde o corte da árvore, passando pelo corte do tronco para ficar oco, atadura das partes e pintura é amparada pela magia, que é o papel de um feiticeiro nomeado pelo Toliwaga.
No capítulo V, há um detalhamento dos passos descritos no capítulo IV, muitos encantamentos mágicos são transcritos pro nosso idioma, algo que depende muito da magia é a velocidade da canoa, praticamentes todos os encantamentos se preocupam na fabricação de uma canoa que seja veloz.
O capítulo VI começa descrevendo uma cerimônia de lançamento de uma masawa recém-fabricada, que é presenciada por todos os habitantes da aldeia, e o pagamento feito aos trabalhadores. Depois fala-se sobre inúmeras formas de pagamento/troca por produtos/serviços, incluindo a passagem da herança da mãe para os filhos, etc. Convém notar que existe o acúmulo de riqueza através dos celeiros, que ficam recheados de inhames, alguns por tanto tempo que chegam até mesmo a apodrecer, principalmente nos celeiros dos chefes tribais, que costumam ser os mais recheados.
O breve capítulo VII deixa para o leitor a transcrição de alguns encantamentos que antecedem a partida das canoas, os argonautas despedem-se das mulheres, que ficam e recebem encantamentos para não receberem visitas de homens de fora, pois em caso de adultério a canoa do esposo fica "lenta".
Capítulo VIII: a expedição para num banco de areia Buwa. Dura apenas um dia e uma noite, para descansar e se acostumar com a ausência dos que ficaram na aldeia. No meio-dia existe uma cerimônia de distribuição de alimentos.
IX: finalmente a expedição viaja. Conversam sobre uma ilha habitada apenas por mulheres, de onde poucos homens voltam com vida quando lá se aventuram, um polvo gigante do tamanho de uma canoa que fica ameaçando engolir todos vivos até que jogam uma criança na sua boca em sacrifício, e pedras vivas, que perseguem canoas e saltam do mar, acertando e quebrando-as.
X: acredita-se em bruxas voadoras que podem ficar invisíveis e se transformar em bichos, como pássaros e morcegos, as "mulukwausi", que percebem a longa distância quando alguém morre e atacam a noite, se alimentando do cadáver. Os males causados por elas podem ser prevenidos com encantamentos, e remediados. À noite, embarcações sofrem risco de ataques.
XI: nas Ilhas Amphlett, rochosas e montanhosas, examina-se a sociologia do Kula, os tripulantes, que vieram de Boyowa, não se envolvem com as mulheres dali, o Kula só pode ser praticado por homens que já passaram pela adolescência, investiga-se de onde vem o barro do qual são feitos os resistentes potes (mulheres são encarregadas nesta tarefa): são importados de uma outra ilha, mas conta a lenda que antigamente vinha do topo de uma montanha até os dois homens que extraíam o barro de lá brigaram e um fugiu levando todo o barro embora.
XII: existem diversos mitos que permeiam o Kula, os antigos contam a origem do homem: os primeiros humanos vieram de dentro da terra. Outros mitos falam de uma homem que possuía poderes sobrenaturais e os outros o invejavam, e fizeram de tudo para matá-lo, sem sucesso. Outro, conta sobre como um feiticeiro fez uma canoa voadora e chegou ao destino antes de seus colegas de aldeia, mesmo tendo partido um dia depois deles. Ele foi morto e a receita completa de como fazer uma canoa voadora se perdeu, uma explicação para o fato dos nativos de Dobu praticarem canibalismo, e o fato dos conhecimentos sobre certas magias pertencerem a determinados "clãs totêmicos".
XIII: finalmente chegamos ao destino final da expedição: a praia de Sarubwoyna. As canoas de expediçõesde todas as ilhas estão reunidas, com cerca de 40 delas, vários ritos mágicos são encenados, existência de um mito sobre o latido dos cachorros durante as refeições.
XIV: estamos na ilha de Dobu (habitantes canibais!) e o autor explicou o "rito de boas vindas" que se baseia em agressões, e como o Toliwaga (dono da canoa, masawa) se prepara para descer da canoa e receber os presentes, alguns pormenores dos procedimentos de entrega e recepção de presentes Kula, intermediação com fins lucrativos e as diferentes hierarquias de presentes Kula: basi, kudu, pokala, gimwali, talo'i, ...
XV: estamos já na viagem de volta. Mas antes da partida, tem-se que aproveitar e catar umas conchas spongylus, que existem no coral dali, e servem de matéria-prima para a fabricação de colares, inclusive os que são usado como moeda-corrente no Kula. E vamos navegando, pausando num banco de areia onde as conchas são estendidas na praia e os chefes ficam com as maiores quantias. No retorno à ilha natal, as esposas estão interessadas nos alimentos trazidos nas canoas, principalmente sagu.
XVI: na ilha de Sinaketa recebemos a visita de retribuição dos habitantes de Dobu, aguardada ansiosamente pelos nativos. Três dias de transações Kula se efetuam com os nativos de Dobu fornecendo, entre outras coisas, sagu e, os de Sinaketa, carne (porco), todas antecedida pelo toque sonoro de búzios. No quarto dia as canoas partem, uma a uma, de volta. A permanência de um branco (o autor do livro) entre os nativos os incomodou (um pouco) e não apareceram mulheres na praia.
XVII: neste longo capítulo, uma ênfase na magia dos nativos, que segundo sua mentalidade, rege tudo, desde os interesses sociais, como fertilidade na agricultura e construção de canoas que sejam velozes, passando por sucesso sexual, a chuva, a direção do vento, proteção contra as nefastas mulukwausi e outros seres malignos, a doença, salvo casos de mal-estares passageiros, também é causada pela magia e outras desgraças, como perda da esposa, morte, e demais maldições são todas por culpa da magia. Logo em seguida tenta-se rastrear as raízes etnográficas da magia, mas isto não é tarefa fácil, pois jamais um nativo responderia a esta pergunta diretamente, ou escreveria uma dissertação sobre o assunto, encantamentos não são transmitidos por espíritos através de sonhos, mas surgem do fundo da terra, por exemplo. Diversos tipos de encantamentos: pronunciados sem ritos, acompanhados por ritos de impregnação, por ritos de transferência, e encantamentos acompanhados por oferendas e invocações. Onde fica armazenado a recordação dos encantamentos: na barriga. Pormenores de algumas magias. Enfim, a magia se dá nos objetos (ou eventos da natureza) pela repetição dos encantamentos, até o objeto se modificar da forma desejada.
XVIII: pesquisa-se sobre a origem das palavras nos encantamentos e descobre-se que apesar de ter frases centrais de origem arcaica, muitas palavras são adicionadas aos encantamentos ao longo das gerações, é fornecida a transcrição e tradução do encantamento Wayugo como exemplo. Vemos outra transcrição de um encantamento Kula, e analisa-se palavra por palavra, pelo aspecto principalmente fonético, algumas palavras não tem significado no mundo real, são as "palavras mágicas". Outras transcrições, e duas explicações diferentes para o significado da palavra visi'una, segundo dois informantes.
XIX: O Kula interior - como funciona o "Kula interior", que é realizado dentro das ilhas Trobriand, e a perda do poder pelos chefes tribais devido à exploração comercial dos nativos pelo mundo civilizado, onde obtém-se pérolas em troca de fumo, noz de areca etc. os casamentos intertribais, que são feitos pelas classes abastadas, entre homens de Sinaketa e mulheres de Kiriwina. Inédita realização do Kula entre duas mulheres: ambas esposas do chefe tribal. Os dois tipos de Kula interior: entre duas aldeias unidas por terra, e dentro de uma mesma comunidade .
XX: Expedições entre Kiriwina e Kitava - as trocas entre estas duas ilhas não são tão necessárias quanto às entre Sinaketa e Dobu, já que as duas ilhas possuem praticamente as mesmas características, atividades econômicas, produtos, embora as transações sigam todas as normas do Kula. O escândalo quando um filho do chefe da aldeia visitante é pego em adultério com uma das mulheres mais jovens do chefe da tribo anfitriã, a forma violenta de se presentear uma família com porcos.
XXI: As divisões restantes do Kula e suas ramificações - conexões da ilha Tubetube com Murua (denominação dos habitantes de Tubetube da ilha Woodlark), Normandby e outras, o uso de canoas maiores para viagens em alto-mar, a absorção destes nativos pela indústria da pérola, rotas de troca entre Kavataria, Kayleula, e demais ilhas.
XXII: O significado do Kula - finalizando, algumas observações sobre o Kula, o fato dos nativos se apegarem aos presentes não de uma forma como nós ocidentais nos apegamos à riqueza, mas de uma forma de "adoração religiosa", outras disgressões, e uma reflexão sobre o papel da etnologia perante aos grandes conflitos mundiais, como exemplo a I Guerra Mundial, que acontecia nos anos em que a presente pesquisa era vivenciada e registrada neste arquipélago.
inhame
Fri, 23 Mar 2007 21:35:32 +0000
Inhame é o alimento básico dos nativos de Trobriand e demais ilhas do distrito do Kula. Hoje, como é feriado municipal em Florianópolis, fui em São José, atualizar meus dados cadastrais no banco que tenho conta poupança (não aquele que trabalho), e passando pelo super-mercado Giassi, que só tem em São José, me deparei, junto com os demais vegetais, com uma cesta entitulada "Inhame". A R$3,85 o kilograma, no momento, a curiosidade de conhecer este tubérculo foi maior do que o preço. Peguei uns 4, 5 e paguei R$1,20. Pois bem, então vamos ver qual o gosto deste tal de "inhame". O gosto, cru, se assemelha com batata, embora seja mais comestível do que ela no estado cru, provavelmente por conter menos lipídios (vi na escola fundamental que como a batata tem muitos lipídios, é necessário cozinhá-la ou assá-la etc. para facilitar a digestão de tal elemento pelo organismo).
Então fui cozinhar, deixei por uns cinco, dez minutos fervendo para ficar beeem comestível e experimentei. O sabor, cozido, é muito melhor, levemente salgado, e dá pra sentir que é um alimento "substancial", isto é, dá pra comer uma pequena quantidade e ficar sem fome por um largo período de tempo. Um alimento realmente básico.
Abaixo, figuras de inhame cozido
:
Provavelmente parente das mandiocas e das batatas, não?
Piadas, para descontrair
Wed, 11 Apr 2007 09:55:55 +0000
A melhor (que me fez rir): VOVÔ
A pior: PROFISSÃO MAIS ANTIGA
Uma mistura dos dois: VOCÊ É UM ENGENHEIRO SE...
> LEITE
>
> Por que o queijo e a manteiga são derivadas do leite?
> Porque o leite é integral!
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> JESUS
>
> Jesus disse a seus apóstolos:
> - Irmãos, y = ax²+bx+c...
> Os apóstolos, confusos, responderam:
> - Mas, senhor... o que é isso?
> Jesus disse:
> - Apenas uma parábola.
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> VOVÔ
>
> Estavam o avô e o neto conversando, quando o neto diz:
> - Ah vovô eu vou desistir de engenharia, não consigo terminar!
> E o avô retruca para o neto:
> - Você pode desistir, mas eu vou continuar!
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> FESTA (Essa é a campeã)
>
> Uma vez houve uma festa com todas as funções... estavam lá, todos se
> divertindo, menos o e^x, que estava meio isolado.
> Então chegaram pro e^x e perguntaram:
> - Por que você não se integra?
> E ele respondeu:
> - Ah, dá na mesma...
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> PROFISSÃO MAIS ANTIGA
>
> Um médico, um administrador e um engenheiro discutiam sobre qual seria a
> mais antiga das profissões.
> O médico:
> - Está na Bíblia - Deus criou Eva a partir de uma costela de Adão. Houve,
> então, um procedimento cirúrgico o que prova que a minha profissão é a
> mais
> antiga.
> O administrador:
> - Lá no Gênesis está escrito que Deus criou o céu e a terra a partir do
> caos. Não há dúvidas de que isso requer um bom conhecimento de
> Administração.
> O engenheiro:
> - E quem vocês acham que criou o caos?
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> RAPIDINHAS
>
> O que foi que um vetor disse pro outro?
> - Um momento, por favor!
> O que é um menino complexo?
> - É o que tem a mãe real e o pai imaginário.
> O Engenheiro e a Teologia:
> - Deus é real, a não ser que seja declarado inteiro.
> O que é um urso polar?
> - É um urso retangular, depois de uma troca de coordenadas. (Muito boa!!)
> Para uma pessoa otimista, o copo está meio-cheio.
> Para um pessimista, ele está meio-vazio.
> Para um engenheiro ele está super-dimensionado.
> Como se desmaia um vetor?
> - Apaga a pontinha que ele perde o sentido.
> - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
> VOCÊ É UM ENGENHEIRO SE...
>
> - Você sabe calculo vetorial, mas não lembra como fazer uma divisão com
> números decimais.
> - Você tem uma calculadora cientifica e conhece TODAS as suas funções.
> - Você já usou o AutoCAD para projetar uma pipa para o seu filho.
> - Você passa horas realizando o relatório de um experimento que durou
> alguns
> minutos.
> - Você tem um bichinho de estimação com o nome de um grande cientista.
> - Você ri de piadas sobre matemáticos.
> - Você considera qualquer curso não-científico "fácil".
> - Você não entende como algumas pessoas podem achar difícil programar um
> videocassete.
> - Você assistiu "Apollo 13" e achou que os verdadeiros heróis foram os
> caras
> no "Controle da Missão". (Mas é claro)
> - Você assume que um "cavalo" é equivalente a uma "esfera" para facilitar
> os
> cálculos.
> - Uma criança de quatro anos lhe pergunta por que o céu e azul e você
> tenta
> explicar toda a teoria da absorção atmosférica.
> - Você vai a uma loja de informática e os vendedores não conseguem
> responder
> suas perguntas.
> - Você costuma assobiar a musica tema de "MacGyver".
> - O que você mais gosta no Natal é montar os brinquedos das crianças.
> - Você já tentou consertar alguma coisa usando elásticos, clipes de papel
> e
> fita adesiva.
> - Seu PC vale mais do que um carro.
> - Você pode lembrar de 7 senhas de computador, mas não da data do
> aniversario da sua mãe.
> - Você sabe qual será o sentido de rotação da água quando puxar a
> descarga.
> - Você esta sendo processado pela Sociedade Protetora dos Animais por
> realmente ter realizado o experimento do Gato de Schrodinger.
> - Você SABE o que é o experimento do Gato de Schrodinger.
> - Você consegue digitar 70 palavras por minuto, mas não entende sua
> própria
> caligrafia.
> - Você já abriu alguma coisa "só para ver como é por dentro".
> - Você guarda peças de eletrodomésticos estragados.
> - Você assiste filmes de ficção cientifica e fica procurando cenas que
> estão
> cientificamente incorretas.
> - Você tem o habito de estragar coisas tentando descobrir como elas
> funcionam.
> - Você não tem vida. E pode provar isso matematicamente.
Sat, 14 Apr 2007 22:33:36 +0000
É, desta vez o post não foi digitado no computador, mas neste handheld. Ainda estou apanhando pra usar este tal de grafitti 2 (falta descobrir o c cedilha sem usar o teclado).
Instalei o Linux também. mas a tela touchscreen não funciona no opie (usei a receita de bolo do nerdfeliz.com, contida no handhelds.org. ...)
No próximo post colocarei uma receita de como conectar o E2 via bluetooth, com o computador de mesa rodando Linux e o palmtop rodando PalmOs Garnet. (via cabo USB já consegui. como pode-se perceber; falta. é adqurir o adaptador BT pro PC...).
Tenho instaladas algumas aplicações comerciais boas, como docs to go 9 BR, Softick Card Export, pocket Tunes 3.09BR, e pra compensar, uma aplicação boa em GPL: FreeCoins 1.6 que é bem parecido com o Gnucash (double-entry accounting, sub-contas, etc.) e vem com um conversor que gera arquivos .qif que podem ser importadas no Gnucash ou outro aplicativo financeiro. Basta fazer um Hotsync no jpilot (ou equivalente) e aplicar o comando nos arquivos .pdb.
Conclusão: falta descobrir como escrever ç e : via grafitti 2 (vou ler nos .pdf's, googlar e praticar um pouco ;-)
Acesso à internet via Bluetooth no Linux
Fri, 27 Apr 2007 22:09:01 +0000
Bom, para receita, precisaremos dos seguintes ingredientes:
Distribuição utilizada: Ubuntu Feisty Fawn 64 bits, mas pode utilizar outra de acordo com o gosto (todos os módulos e softwares necessários vem instalados nesta distro por padrão, o único pacote que instalei foi o bluez-pin para ter uma interface de usuário na hora de colocar a senha do pareamento bluetooth).
Hardware: Computador de mesa/notebook com bluetooth e acesso à internet, handheld palmOne TUNGSTEN E2, mas deve ser possível utilizar qualquer outro que possua Bluetooth e softwares de conexão à internet.
Módulos do kernel:
hci_usb
rfcomm
e demais módulos encontrados na maioria dos kernels, relacionados a usb e NAT
Softwares Linux:
bluez (pacotes bluez-pin e bluez-utils além do bluez-pin)
ppp
modprobe, iptables, etc.
Primeira parte: Linux
Carregue o módulo hci_usb, modprobe hci_usb
Cheque os dispositivos bluetooth conectados pelo comando hciconfig -a, provavelmente o handheld aparecerá como hci0, então conecte-o com o comando hciconfig hci0 up
rode o daemon HCI Bluetooth: /usr/sbin/hcid
neste passo, caso esteja utilizando uma outra distro, tente rodar o daemon de serviço de descoberta bluetooth: sdpd; como não tem este comando no Ubuntu, não precisa rodar (funciona do mesmo jeito).
carregue o módulo rfcomm, modprobe rfcomm
Rode o servidor de acesso: dund --listen --msdun --channel 1 10.1.1.101:10.1.1.102 (se quiser pode variar os endereços ip, colocando 192.168.2.101:192.168.2.102, por exemplo)
Agora vamos habilitar a tradução de endereços de rede para o nosso prezado handheld:
echo '1' > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE
iptables -A FORWARD -i ppp0 -j ACCEPT
iptables -A FORWARD -m state --state ESTABLISHED,RELATED -j ACCEPT
Pronto. Para desabilitar o bluetooth, basta dar um kill nos processos dund e hcid.
Segunda parte: handheld
Pareie o handheld com o computador, partindo da tela inicial, Bluetooth => configurar dispositivos => Dispositivos confiáveis => Adicionar disp., daí escolha o computador (terá o nome: "$(hostname)-0"). Então será pedida a senha de pareamento: escolha uma, coloque no handheld e no Linux, inicie a interface de usuário (Bluetooth Applet 0.6, iniciada com o comando bluez-pin --dbus) irá te pedir a senha. Clique na caixinha amarela e preencha com a mesma senha colocada no handheld. De volta ao handheld, toque Ok.
Com o dispositivo pareado entre em Prefs=>Conexão e adicione a conexão Bluetooth recém criada, Conectar a: PC; Via: Bluetooth; Dispositivo: toque para selecionar o computador recém-pareado. Toque Ok.
Novamente em Prefs, iremos configurar o acesso à internet via o servidor ppp iniciado pelo comando dund no Linux. Para tanto entre em Rede=>Nova, Serviço: escolha um nome qualquer; Usuário: em branco; Senha: em branco; Conexão: toque para selecionar a conexão recém-criada; agora toque em Detalhes...=>De-selecione Consultar DNS e preencha o endereço dos servidores DNS de acordo com o constante do arquivo /etc/resolv.conf do Linux; Endereço IP: automático (já foi determinado pelo comando dund); Ok; Toque Conectar (dica: em Detalhes... pode escolher Tempo limite: Nunca para evitar expirar a conexão por tempo de inatividade)
No linux, dá pra testar se a conexão está funcionando com um ping 10.1.1.101
Deve funcionar
Como o wordpress.com faz umas substituições de caracteres que inviabilizam a postagem de scripts shell, coloquei os scripts de desligamento e ligamento do acesso bluetooth (pronúncia; Blúe-Tuf) no site alternativo (obrigado freeshell.org!. Os scripts se chamam ./blueon para ativar e ./off para desativar.
Nas experiências que tive, o acesso funcionou. Caso o Versamail não esteja baixando emails basta entrar em Configurações=>Servidores de correio e escolher no ítem Serviço: a conexão bluetooth recém-criada, substituindo a conexão USB usada anteriormente.
Windows Vista: avistado
Sat, 14 Jul 2007 19:12:13 +0000
Com uma interface levemente alterada (pra melhor) em relação ao Windows XP e todos os Windowses anteriores, e com muuuita fome de memória RAM, chegou a tão aguardada nova versão do sistema operacional praticamente ubíquo no mercado, com mais de 90% da fatia do mercado mundial de computadores pessoais.
Disse pessoais, pois na empresa que trabalho praticamente todas as máquinas são Linux (quem sabe pra economizar em gastos com pentes de memória RAM...)
Como não sou bobo nem nada, já adquiri a minha cópia, comprando também o notebook HP Pavilion no qual ela foi instalada. Tive que tirar o pente de 512 Mb que veio nele e trocar por dois pentes de 1 Gb em dual channel pra fazer a minha cópia do Windows Vista Home Basic funcionar sem usar a memória swap direto. Mas compensou: agora tenho gadgets funcionais no lado direito da tela, uma placa de vídeo onboard mas que me permite fazer 3076 pontos no 3DMark01 e rodar com folga o Comanche 4 Demo em 1024x768 e detalhes gráficos tudo em high, sincronização do Tungsten funcionando, Internet Explorer 7 que me permite ver thumbnails de todos os sites que estou visitando, um jogo Freecell completamente remodelado com novos efeitos gráficos e de som, Acrobat Reader 8 que me permite re-abrir um arquivo pdf na exata página em que o fechei, além de poder rodar o Pageant+Putty quando der saudade do Unix.
problema: o HD não para de rodar, mesmo depois do sistema já ter concluído a inicialização. Causa: Windows Search, o daemon do Windows que fica vasculhando os arquivos para tornar a busca de arquivos, email, etc instantânea, mais ou menos o que o comando updatedb do Linux faz, com um porém, que a versão microsoftiana do updatedb nunca termina, e pra desabilitar, basta clicar na bola Iniciar, digitar services, enter daí vai a abrir o gerenciador de serviços, então basta localizar "Windows Search", clicar com o botão contrário, selecionar Parar,novamente botão contrário, Propriedades, e desativar definitivamente o diabinho. Pra quem tem 512 Mb de memória esta desativação é praticamente obrigatória, já pra quem tem mais de 1Gb, este serviço até que ajuda no decorrer do uso cotidiano, pois toda vez que for necessário localizar um arquivo, o Windows encontra-o instantaneamente, não sendo necessário a pesquisa no disco rígido. Segundo umas conversas no site tabletquestions.com, este Windows Search só funciona quando o sistema está idle, pois quando o usuário começa a utilizá-lo e a carga aumenta, o daemon automaticamente reduz a prioridade de seu processo e "pausa", e de acordo com esta mesma fonte, depois de terminado a indexação inicial, ele pára de "incomodar", só indexando quando novos arquivos são criados ou modificados/excluídos.
Instalei o VMWARE e criei uma máquina com o mesmo sistema operacional que instalei na partição secundária: Gentoo 2007.0 Secret Sauce, com 320 Mb de memória RAM (imagine o cenário: neguinho comprou computador com 64 Mb de RAM, aí fez um "upgrade" comprando e instalando mais 256 Mb na máquina). E rodei o BYTE DHRY2 Benchmark nos dois pra fazer uma comparação de desempenho, e no fundo, avaliar o desempenho do próprio Windows Vista Basic, também.
Este foi o resultado na máquina Virtual rodando sob VMWare Pro 6:
BYTE UNIX Benchmarks (Version 3.11)
System -- Linux localhost 2.6.19-gentoo-r5 #1 SMP Wed Apr 4 05:44:43 UTC 2007 i686 AMD Turion(tm) 64 Mobile Technology MK-36 AuthenticAMD GNU/Linux
Start Benchmark Run: Sun Jul 1 21:16:32 BRT 2007
2 interactive users.
Dhrystone 2 without register variables 6007419.6 lps (10 secs, 6 samples)
INDEX VALUES
TEST BASELINE RESULT INDEX
Dhrystone 2 without register variables 22366.3 6007419.6 268.6
=========
SUM of 1 items 268.6
AVERAGE 268.6
E este na máquina real, tendo disponível todos os 1536-128=1408Mb de memória RAM (um dos pentes de 1Gb estava bichado e tive que mandar pra garantia, e substituí pelo antigo de 512Mb), ou seja, acesso direto ao hardware:
BYTE UNIX Benchmarks (Version 3.11)
System -- Linux localhost 2.6.19-gentoo-r5 #1 SMP Wed Apr 4 05:44:43 UTC 2007 i686 AMD Turion(tm) 64 Mobile Technology MK-36 AuthenticAMD GNU/Linux
Start Benchmark Run: Sun Jul 1 22:15:10 BRT 2007
2 interactive users.
Dhrystone 2 without register variables 6604456.0 lps (10 secs, 6 samples)INDEX VALUES
TEST BASELINE RESULT INDEXDhrystone 2 without register variables 22366.3 6604456.0 295.3
=========
SUM of 1 items 295.3
AVERAGE 295.3
Nos dois sistemas, o benchmark foi rodado com a opção "-O 3" configurada no Makefile e executado como o comando "nice -10 ./Run dhry2", rodando num terminal dentro do Gnome logado a partir do XDM. Conclusão: rodando no VMWARE, perde-se 9.04% da velocidade do processador. Na minha opinião pessoal, imperceptível quando o processador em questão é um AMD Turion64 MK-36 rodando a 2009 Mhz com 512Kb de cache L2. Conclusão da conclusão: pra que rebootar, se dá pra rodar o Linux dentro do próprio Windows??? ;-D
Existe um bug no Windows Vista, que também já apareceu no Windows XP, e que a Microsoft não vai corrigir, pois é previsto no projeto (de acordo com a fonte fornecida pela própria Microsoft): quando tenta-se alterar os atributos de uma pasta, desabilitando o modo Somente Leitura, ou seja, o Read-Only bit, a modificação não é efetuada, pois o Windows utiliza este bit não pra guardar informações da permissão write, mas sim informações sobre pastas especiais.
Aqui um site com dicas pra melhorar o desempenho do Windows Vista, desabilitando recursos desnecessários. Desabilitei tudo, menos o Windows Search. A aparência, exceto Menu Iniciar ficou a mesma do Windows 2000, e não preciso mais clicar para confirmar toda vez que rodo um programa que necessita de acesso ao sistema no nível Administrador, e tenho mais memória RAM disponível (pouca diferença pra quem tem 2 Gb, pois a utilização diminuiu em aproximadamente 150 Mb).
No meio de configurações e atualizações de drivers, perdi a funcionalidade do Hibernar, em que o sistema grava o conteúdo da memória RAM no HD e desliga completamente, deixando de piscar as luzinhas, como acontece no Dormir, Para tal, bastou o comando powercfg /hibernate on. Fonte,
Dá pra gerenciar partições sem usar o Partition Magic ou Parted: clique com botão contrário em Meu Computador, selecione Gerenciar, Selecione na aba esquerda, a opção Gerenciamento de disco (dentro do ítem Armazenamento). Fonte,
Preparando MP3's para o celular Motorola
Wed, 25 Jul 2007 03:18:11 +0000
O telefone celular Motorola E398 possui excelentes recursos de áudio, com caixas de som estéreo de 22Khz embutidas. Mas tem uns problemas, que não foram consertados nem no seu sucessor, o ROKR E2, segundo o Wikipedia: algumas músicas são "puladas" pelo tocador e jamais tocadas.
Para consertar este problema e de quebra conseguir mais espaço para colocar mais músicas no aparelho, reduz-se o bitrate dos arquivos de áudio para 64 kbps. Primeiro por que as caixinhas de som são 22Khz e de qualquer forma não tocariam os 44Khz de um arquivo codificado em 128kbits; segundo por que nesta bitrate o processadorzinho de 144 Mhz provavelmente conseguirá tocar todas as músicas e não pulará nenhuma (eu testei, e num arquivo de bitrate variável que o tocar parava de tocar a músicas depois de 3 segundos de seu início, depois de codificada pude ouví-la inteira) e terceiro: menos bitrate implica em arquivos menores que implica em maior quantidade de arquivos MP3 que cabem no Transflash do E398.
Para esta tarefa utilizamos o software LAME:
lame -b 64 -h -m j <arquivo.mp3>
Resumindo, a opção -b 64 especifica que o arquivo será codificado numa bitrate de 64 kbits, -h pede para o LAME codificar em high quality, -m j serve pro LAME codificar em Joint Stereo o que significa que o áudio comum aos lados direito e esquerdo é codificado em um só canal resultando em um melhor aproveitamento da bitrate.
Este foi o script utilizado para codificar vários arquivos de áudio de uma vez:
#!/bin/bash
for i in "$@"; do
lame -b 64 -m j -h "${i}"
mv "${i}".mp3 "${i}"
done
Ancient Empires
Thu, 04 Oct 2007 02:24:28 +0000
É um jogo, que joga-se no celular, em resolução de 220*176 pixels, de estratégia, onde se comanda um exército contra as forças anciãs do mal. À medida que se avança nas estratégias e no jogo, ampliam-se as possibilidades de recursos de guerra. Começa-se com o mais básico: soldado: custa $150 em moeda local, é o único tipo além do Rei capaz de ocupar vilas, que depois de ocupadas produzem dinheiro a cada rodada; flecheiro: custa $250 e seu grande em relação aos demais membros do exército é a possibilidade do ataque à distância: exatamente uma quadra (pode ser acima, abaixo, esquerda, direita e nas diagonais), porém ao ser atacado cara-a-cara é menos resistente que o soldado, este é o único capaz de efetuar um ataque eficaz contra dragões, a hierarquia mais alta do jogo; depois temos o elemento do mar, que possui altíssimo poder de ataque/defesa e locomoção rápida quando está na água, custa $300; a fada, com o poder de reanimar os mortos, convertendo-os em soldados zumbis tão poderososos quanto os soldados (só que sem o poder de ocupar vilas); daí temos o Dire Wolf, que se movimenta extremamente rápido, possui um ataque poderoso que deixa as vítimas doentes, com grau de locomoção reduzido; o Golemon, que mais parece uma muralha ambulante, com altíssimo poder de combate/defesa cara-a-cara; ambos custam $600; subindo um pouco mais na hierarquia temos o lança-bombas, com ataque à uma distância uma quadra a mais que os flecheiros em todas as direções, porém caso fiquem isolados tornam-se indefesos no combate cara-a-cara; e no último posto fica o dragão que pode "voar" de entre pontos distantes, possui ataque com poder semelhante ao Golemon, porém é sensível aos ataques dos flecheiros, podendo ser eliminado com as flechadas de 3 flecheiros novatos, por exemplo.
Existem duas versões a 1 mais antiga e a 2 que possui um pouco mais de dificuldades (e inteligência artificial). Este jogo é um "must have" extremamente viciante e alívio imediato para esperar em filas, pois, passa-se duas horas jogando com a sensação de ter passado 5 minutos, e o maior problema deste jogo também é este, é um devorador de tempo.
Existe um jogo parecido para computador, que pode ser baixado clicando aqui.
Segurança Windows XP
Sun, 14 Oct 2007 14:46:19 +0000
Para manter o Windows XP um poco mais seguro, pode-se adotar algumas das seguintes medidas:
1. Desabilitar DCOM. Se você não sabe o que isto significa, provavelmente não precisa ter este serviço ativado e pode desabilitá-lo, teclando Windows+r (um atalho para Iniciar->executar), digitar "dcomcnfg", abrir o ítem "Serviço de componente", em seguida "Computadores", dar um clique com botão contrário em "Meu computador", selecionar Propriedades, aba "Propriedades padrão" e desabilitar a checkbox "Ativar DCOM neste computador".
2. desabilitar compartilhamento de arquivos e impressoras. A não ser que se esteja numa rede empresarial, onde é necessário acessar impressoras de rede e pastas em outros computadores, pode-se desabilitar abrindo Conexões de rede, clicando com o botão contrário na conexão de rede que te dá acesso à internet, selecionando propriedades e desmarcando a checkbox "Compartilhamento de arquivos e impressoras para rede" onde tiver uma lista de protocolos (na aba geral para conexões ethernet/wi-fi e aba Rede para conexões dial-up)
3. Configurar o Windows Explorer para deixar de esconder as extensões dos arquivos, para evitar rodar arquivos com extensão escondida como Song.mp3.exe ou Hotpix.jpg.scr, para isto no Windows Explorer selecione Ferramentas->Opões de pasta e na aba "Modo de exibição" assegure-se de deixar desmarcada a checkbox "Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos"
4. Instalar um Anti-vírus, cuidando para mantê-lo atualizado, monitorando arquivos baixados da internet e com varreduras regulares só para ter certeza... e não abrir arquivos com extensão duvidosa (.exe, .scr, .com, etc) recebidos por email, a não que sejam de fontes confiáveis *e* o antivírus não tenha detectado nada neles.
5. Manter o Windows e o Office atualizados através do Microsoft Update.
Estas duas últimas são elementares, coisa que até crianças do pré-escolar deveriam saber de cor e salteado, porém tive que colocar para não cair no erro da negligência.
Mais dicas serão acrescentadas assim que forem descobertas (em termos de segurança, jamais existe uma palavra final)
Intercâmbio de dados entre aplicativos OpenOffice.org
Thu, 18 Oct 2007 20:59:53 +0000
Esta dica vale para o OpenOffice.org 2.3, que tenho instalado na minha máquina, e a fonte é o guia do Base 2.3, porém creio que funciona em outras versões do OpenOffice, em particular a 2.0.
É o seguinte: o OpenOffice Base oferece melhor suporte à integridade dos dados, por exemplo você pode especificar um campo como chave (key) e escolher para não ter repetições, assim você evita colocar um mesmo conjunto de dados duas vezes, evitando conflitos, disparidades, desconexões, confusões etc.
Para fazer isto suponho primeiramente que já existe uma base de dados no Base (pode ser uma tabela ou uma view, que pega dados relacionais de diversas tabelas, de uma forma conveniente) e pode ou não ter um documento no Writer esperando para ter os campos variáveis preenchidos automaticamente (e te salvar do trabalho tedioso de preenchê-los manualmente).
Para concretizar este objetivos seguiremos dois passos simples e objetivos:
1. Selecione a coluna na tabela (ou view) que contém o campo desejado e arraste para o Writer. aparecerá um recorte
2. No Writer, selecione Tools->Mail Merge Wizard e vai avançando, onde se tem a opção de editar cada documento gerado, salvar em arquivos separados, excluir determinados registros, visualizar os resultados, imprimir etc.
OpenOffice.org Base & Writer
Thu, 18 Oct 2007 21:14:38 +0000
ilustração - intercâmbio de dados entre o Base e o Writer
Usando Tungsten E2 no Windows Vista
Sun, 02 Dec 2007 15:34:19 +0000
A palmOne disponibilizou no seu site, versão Estados Unidos, na seção de downloads, uma versão beta de seu novo software de sincronização de dispositivos móveis, o Palm Desktop 6.2.1
Já é possível utilizar este dispositivo junto com o mais recente sistema da Microsoft, sem ter de recorrer a versões anteriores, porém, a cada sincronização surge uma mensagem de erro:
Failed to Backup 1 File(s)
PM Trace Database
Protocol Error: Handheld File could not be opened (4004)
SYNCERR_FILE_NOT_OPEN.
Mas pra tudo existe um jeito. Este arquivo, PmTraceDatabase, é que causa a falha na sincronização, e pode-se remover o atributo "backup" do mesmo utilizando o freeware FileZ () 6.8.3, abrindo View and Edit Files, procurar e selecionar o PmTraceDatabase, abrir Details -> Attrs e desmarcar o ítem "Backup".
O Hotsync passará a funcionar sem mensagens de erros, aliás esta versão pra Windows Vista é bem mais informativa, mostra o progresso em etapas:
E o hotsync log deixou de mostrar mensagens de erro:
Presente de natal: função do Matlab para conversão de bases numéricas
Fri, 21 Dec 2007 13:31:53 +0000
Esta função levei uma hora de estudo para desenvolver, lendo o primeiro capítulo de Shokranian, Salahoddin. Criptografia Para Iniciantes (Brasília: Editora UnB, 2005)
Como transformar o Playstation 3 num super-computador
Sat, 19 Jan 2008 23:14:34 +0000
ALERTA: caso esteja jogando jogos no PS3, e deseje preservar o progresso já feito, e não ter que passar de fase de novo, é necessário fazer backup dos dados antes de formatar o HD. Para tanto, conecta-se um HD removível ou pen-drive USB e seleciona-se a opção adequada no menu. Geralmente em 10 minutos mais ou menos todo o conteúdo (incluindo jogos, demos, atualizações de jogos, vídeos, música etc) é salvo.
Super-computador o Playstation 3 já é, falta apenas instalar o software. Segue procedimentos de instalação do ambiente de programação (versões 2.1 ou 3.0) no Linux (Yellow Dog, Fedora)
Bom, o processo foi relativamente simples, basicamente bastou baixar uns 184 Mb de rpm's (cell sdk 2.1 + glibc 2.5) , e copiar e colar os comandos, e o principal: finalmente consegui rodar o programa Hello World, depois de ter tentato no Fedora 8 e Debian testing e nao conseguido. Pena que tive que formatar o disco para poder instalar o Yellow Dog, ja que nao consegui instalar dois linuxes ao mesmo tempo no PS3, como tinha planejado.
Este último comando na real, não faz nada, contanto que o primeiro comando tenha dado certo.
lembrando que para usar o Fedora 7 no PS3 é bom fazer alterações na instalação pra economizar memória (substituir o Gnome pelo WMaker, usar um pen drive como memória swap adicional, rodar apenas um programa por vez, ter paciência, desativar serviços inúteis, etc.)
Para efeitos práticos, coloco dois conselhos para melhorar a performance (isto levando em conta que não usamos o PS3 como máquina principal, apenas como hobby, portanto não mandamos e-mail por ela, por exemplo, portanto o sendmail pode ser desativado para otimizar a utilização da memória, entre outras coisas).
1. Desabilitar serviços
chkconfig ip6tables off
chkconfig iprdump off
chkconfig iprinit off
chkconfig iprupdate off
chkconfig isdn off
chkconfig mdmonitor off
chkconfig auditd off
chkconfig cups off
chkconfig firstboot off
chkconfig sendmail off
chkconfig yum-updatesd off
chkconfig restorecond off
chkconfig setroubleshoot off
2. Ativar swap no pen drive
- Use o comando fdisk -l para ver as partições do pen drive e se foi reconhecido. Caso não foi dá pra tentar retirar e inserir novamente na porta USB.
- Com o fdisk, criar partição swap. Digamos, sem perda de generalidade, que seja a /dev/sdd1. Então:
# fdisk /dev/sdd
[...]
d (pra apagar partições existentes)
n (pra criar uma nova, escolher p para primária, escolher tamanho)
t (digitar o código 082 para partição swap)
w (salvar alterações e sair. Em caso de arrependimento ao invés deste comando, utilizar q ou ctrl-c)
# mkswap /dev/sdd1
- Adicionar a linha na /etc/fstab:
/dev/sdd1 swap swap pri=1 0 0
- Como na minha PS3 a pendrive só é reconhecido depois de terem sido montados os sistema de arquivos (swap incluso), caso a memória adicional não apareça no comando free, adicionar esta linha no /etc/rc.local ou ~/.bash_profile:
sudo mount -a (se for no /etc/rc.local não precisa do prefixo sudo)
3. Ativar o comando sudo
Colocar a linha no /etc/sudoers, que habilita o usuário normal a executar comandos de root sem digitar senha, a la Ubuntu
(RTFM do sudo, e do /etc/sudoers, F de "fine")
obs: o mesmo Hello World, que funcionou no YDL5.0.2, testei e funcionou também nesta instalação também. o CELL BE SDK 3.0 é retrocompatível com a versão 2.1, ao contrário do PS3 de 80Gb, que não é retrocompatível com o jogo do PS2 True Crime: New York City. Travou bem no fim da fase inicial ao entrar no elevador da sub-fase Locker & garage :-(
Arquivos copiados de partições Windows aparecem verdes? Eis aqui a solução.
Sat, 09 Feb 2008 20:08:52 +0000
Em qualquer migração para o sistema Linux, invariavelmente temos que mover/copiar os arquivos que usávamos no Windows, afinal de contas, trata-se de uma migração, e queremos ter acessos aos arquivos da mesma forma que no sistema anterior (bom, não exatamente na mesma forma, já que o OpenOffice não abre arquivos .docx, .xlsx e .xlsxm do Office 2007). Então, copiados os arquivos, eles aparecem verdes na listagem de diretórios do terminal. Como cenários parecidos com este de cópia de arquivos tem se tornado freqüentes, decidi automatizar o processo de "conserto" das permissões dos arquivos e diretório através do seguinte script bash, nomeado bin/unvfatize.sh
:
#!/bin/bash
#este script, corrije permissões de arquivos vindo de partições VFAT/NTFS
#Compatível com nomes de diretório contendo espaços (tm)
dir="$@"
if [ -z "$dir" ]; then
echo No directory name given, using actual directory in 5 seconds, press ctrl-c to cancel...
sec=5
while [ $sec -ge 0 ]; do
sleep 1
echo -n "$sec "
sec=$((sec-1))
done
dir=.
fi
echo -n "Analyzing directory infra-structure..."
mb=$(du -sm "${dir}"|awk '{print $1}')
echo "Will fix $mb MB of data"
echo Fixing Directory permissions...
find "${dir}" -type d -exec chmod 0755 \{} \;
echo Fixing File permissions...
find "${dir}" -type f -exec chmod 0644 \{} \;
echo Done.
Como conectar o Motorola ROKR E2 com um Desktop Linux em rede
Sat, 01 Mar 2008 23:59:43 +0000
1. Configuração do celular
Entre em configurações, depois em conexões, e, em USB, selecione USB NET. Caso não apareça na lista (caso só a pareça as opções de memory card e usb modem), será necessário atualizar a firmware para uma versão mais nova, vide este site .
2. Configuração do computador
Vamos precisar dos módulos: usbnet, mii, cdc_ether e não podemos esquecer do cdc_subset (podem ser encontrados e drivers -> net -> usb no make menuconfig)
Ok, módulos carregados, basta conectar o cabo USB e configurar a rede com o comando:
ifconfig usb0 inet 192.168.1.1 up
Podemos testar com:
[root@localhost linux-2.6.22-0.ydl.rc4]# ping 192.168.1.2
PING 192.168.1.2 (192.168.1.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=1 ttl=64 time=6.20 ms
64 bytes from 192.168.1.2: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.842 ms